Sejam bem vindos

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O conteúdo desde blog, serve para a divulgação de toda a doutrina dos espíritos em geral, assim como dar a conhecer a vida de alguns seres iluminados que passaram pelo nosso planeta em outras épocas, gostaríamos também de, pouco a pouco, tentar sensibilizar os mais desacreditados para a vida alem da morte, e acima de tudo, fazer com que os nossos leitores perguntem a si mesmos: O que DEUS quer de nós?

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Joanna de Ângelis ensina como encarar a morte do corpo fisico

Fenómenos Inexoráveis
(Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco)

Vês definhar o ser querido, que a enfermidade implacável consome.

Preocupas-te e disfarças a tua agonia, ante o inexorável acontecimento.

Anotas o nome da pessoa querida, que a desencarnação violenta arrebatou e tem o coração dorido.

Oras, em silêncio, sem que ninguém saiba o que experimentas em forma de melancolia.

Recebes informação sobre acontecimentos rudes afectando corações afectuosos, que são convidados a dores extenuantes.

Padeces choque emocional, constatando a tua carência de recursos diante de tão graves provações.

Chega-te o apelo angustiado de amigos queridos que despertam na soledade, ante as infaustas partidas daqueles a quem amam.

Constatas a precariedade da existência física e sofres calado, embora sorrindo.

Defrontas os companheiros da juventude, agora deformados, combalidos, sem rumo.

Nublam-se-te os olhos com lágrimas que não deixas cair, a fim de que ninguém perceba a tua compunção.

Multiplicam-se, em toda parte, as enfermidades mutiladoras, exaurintes, perturbadoras, que acometem os seres vivos e dilaceram as criaturas humanas, deixando vazios terríveis nos corações.

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Não te desalentes, porém.

A desencarnação é etapa final do fenómeno biológico e ninguém se eximirá de experimentá-la.

Não te entristeças ante os infortúnios e padecimentos daqueles a quem amas.

Canta aos ouvidos desses que padecem, a canção da imortalidade, acenando-lhes com a esperança de libertação próxima que virá.

Dize-lhes que a existência corporal é veste que dura um dia e a dor é fenómeno de desgaste que descerra a luz guardada no íntimo.

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Felizes os que sabem sofrer.

Bem-aventurados aqueles que expungem na Terra.

Se a estância é breve na matéria, o estágio libertador é longo e abençoado.

Anima os que se dilaceram nas enfermidades consumidoras, irradiando-lhes as alegrias com que se inundarão de coragem para sublimar-se.

Reflexiona com eles sobre a realidade da existência humana e o que a todos aguarda após a morte.

Nenhuma dor que permaneça sem termo.

A morte é, portanto, dádiva de Deus para interromper os ciclos afligentes.

Raciocina, portanto, examinando a vida sob o ponto de vista espiritual e tudo se modificará.

Sentir-te-ás feliz, então, vendo os amigos em processo de libertação, antegozando as alegrias que os esperam, por tua vez, a ti também aguardando.

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Jesus, sadio e puro, ensinando o amor e confirmando a imortalidade, aceitou, espontaneamente, a traição de um amigo, a negação de outro, o abandono de quase todos, e sofrendo, sem desanimar, permaneceu, tranquilo, tal a Sua certeza, que nos legou, do triunfo da vida além da morte e da noite humana.

Assim, reflexiona e deixa-te dominar pela fé na imortalidade, verificando que, nesta condição, tudo se altera e passa a ter nova e ditosa configuração.


(Pagina psicografada pelo médium Divaldo P. Franco em 25-07-1990, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador – BA.)


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Joanna de Ângelis fala-nos do Poder do Amor

O INCOERCÍVEL PODER do AMOR

Por mais definições e conceitos apresentem o amor, a sua força incoercível transcende sempre as colocações filosóficas, éticas, emocionais, comportamentais, pelas quais se expressa.

Mesmo nas manifestações primárias, quando se inicia com singelas características derivadas do instinto de preservação da vida, desenha todo um roteiro de crescimento que alcançará as culminâncias, adornando-se de sacrifícios e de holocaustos, de ternura e de abnegação.

Nascido nas inexauríveis Fontes do Excelso Criador, apresenta-se num caleidoscópio de manifestações que movimentam o cosmo e todos os seres viventes.

É o amor que proporciona a força de aglutinação das moléculas no mundo microscópico, assim como dos astros no macro, como energia de atracão e de repulsão, conforme ocorre entre os seres animados, em forma de afinidade ou de reação.

O deotropismo, que a tudo e a todos atrai para o seu Divino Fulcro, é a mais elevada e grandiosa manifestação do seu poder, em razão de erguer do caos da insignificância a vida nas suas primeiras apresentações, especialmente o princípio inteligente, na sua origem, até proporcionar-lhe a plenitude.

O amor ilumina a sombra da ignorância com o conhecimento, fomenta o progresso pelo trabalho, amplia os horizontes da percepção mediante o exercício contínuo da meditação.

Ao ser fraco, oferece força e resistência; ao bruto, enseja a docilidade; ao rebelde, proporciona o equilíbrio; ao déspota, faculta a compaixão; ao empreendedor, gratifica com o êxito; ao pigmeu, transforma em gigante; ao desanimado, impulsiona o recomeço da ação interrompida; ao fracassado, estimula o prosseguimento da atividade, sendo a energia que transforma tudo e todos para melhor.

O amor jamais desiste de levar adiante as obras de engrandecimento moral e espiritual da humanidade, porque se estrutura nos valores éticos da vida.

Jamais se ensoberbece, porque sabe que o seu êxito é resultado da permanência do esforço infatigável para o alcançar.

Em todas as situações é sempre o mensageiro da alegria e da ternura, jamais reagindo, sempre agindo de maneira correta e dulcificadora.

Nessa aparente fragilidade está a sua força incoercível, que nunca cede espaço à prepotência e ao canibalismo.

Pode-se impedir que se espraie, nunca, porém, que paralise a sua ação. Às vezes encarceram o indivíduo e o amordaçam, na vã expectativa de silenciar a sua expressão, que se exterioriza no olhar do impedido, que não se encontra vencido no sentimento que o domina e não pode ser aniquilado.

Quanto mais difícil o solo dos corações a joeirar, mais o amor se intensifica e produz sementes de vida eterna.

Quando os maus triunfam e pensam que poderão estabelecer o seu reinado infeliz, o amor suavemente brota do coração das vítimas e abençoa o martírio, tornando-se invencível.

Todos aqueles que se lhe opuseram através da história sucumbiram posteriormente ao seu encanto e vigor.

Santa Mónica, por exemplo, dominada pelo amor a Jesus, vivendo o martírio de um matrimónio infeliz, e genitora de Agostinho, rebelde e vulgar, então orou por vinte e sete anos em favor da conversão do filho, até o momento em que ele se tornou cristão, quando, concluída a sua tarefa, desencarnou em paz.

Por amor ao seu próximo, Maximiliano Kolbe, o sacerdote polonês, trocou a sua pela vida de um operário, quando os nazistas iam enviá-lo para uma casamata no campo de extermínio, onde deveria morrer, salvando-o…

Por amor à vida humana, Pasteur, embora enfermo, perseguiu os micróbios até encontrar a vacina contra a raiva e abrir o campo para a descoberta de muitos outros agentes de destruição do organismo.

Livingstone, o célebre conquistador e missionário inglês, estando em viagem pela África, embora não falasse outro idioma, senão o da sua pátria, deixou marcas inapagáveis do amor por onde passou, ajudando e estimulando as criaturas à felicidade.

Santos e heróis, mártires e sacrificados multiplicam-se nos relatos da história, dominados pelo amor que lhes ofereceu as forças para alcançarem as cumeadas da abnegação, sorridentes e felizes, doando a preciosa existência para que outros pudessem viver com dignidade e em paz.

Mães e pais abnegados, filhos dedicados e reconhecidos, irmãos conscientes, servidores humildes e gênios do conhecimento, da ciência, da tecnologia, da arte, dominados pelo amor, mantêm a sociedade em equilíbrio, fomentando-lhe o progresso e impulsionando-a no rumo dos objetivos sublimes de iluminação e espiritualidade.

O amor é a alavanca propulsora do bem que se esparze na Terra.

Sem a sua presença, a natureza seria árida e a beleza que brilha em toda parte ficaria reduzida ao desencanto e à degradação…

Nunca te canses, portanto, de amar.

Seja qual for a situação em que te encontres, dispões do instrumento divino do amor para equacionar quaisquer dificuldades, enobrecer os acontecimentos, fomentar o desenvolvimento moral, espiritual e material do ser humano.

Não fosse o amor de Nosso Pai, e a vida seria um fenômeno espúrio do acaso, candidata à desintegração, por absoluta falta de finalidade.

Portanto, nunca te queixes pelo fato de amares.

O amor é espontâneo e, por isso mesmo, é imbatível.

Espontâneo, torna-se um rio que se faz caudaloso, à medida que se alonga pelo curso, na direção do Oceano Celestial…

Quando amas, a tua vida adquire sentido e significado psicológico, porque se enriquece de bênçãos, que são os valores elevados da misericórdia, da compaixão, da afabilidade, da renúncia, da caridade, sem a qual não há salvação.

Examina as nascentes do amor no teu mundo íntimo e cuida de preservá-las sempre límpidas e cristalinas, não permitindo que ali se amontoe o lixo da ingratidão dos outros, a provocação dos maus, o desinteresse dos frívolos, a alucinação dos gozadores…

Estimula a generosidade dessa fonte que é inexaurível, e verificarás que, à medida que mais distribuíres a linfa sublime, mais ela produzirá.

Jesus, o excelente psicólogo, numa época em que predominavam o crime e a traição, o suborno e o utilitarismo, a descrença e o cinismo triunfava, quando a vida humana valia menos do que a de uma animália, embora perseguido e odiado, elegeu o amor como sendo a maior conquista destinada ao ser humano.

… E para demonstrar a grandeza dessa emoção superior, amou-nos em total segurança, de maneira que não trepidou em oferecer-se em holocausto, dando a própria vida, a fim de demonstrar-nos que a existência física somente possui objetivo quando é dominada pelo amor.

Extraído do livro: “Entrega-te a Deus”, de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo P. Franco.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O Amparo dos Guias Espirituais

APOIO EM DEUS
Joanna de Ângelis

Entrega-te a Deus.
Confia em Deus.
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Dá-te à obra de Deus em todos os instantes de tua vida.
Tormentas que desabam, empecilhos que surgem, situações que se complicam - confia em Deus.
Angustias que recrudescem no imo dos sentimentos, ansiedades que pareciam superadas e retornam, assustadoras – entrega-te a Deus.
Infortúnios que carpes silenciosamente, malquerenças que revelas com paciência – doa a tua vida a Deus.
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Entrega-te ao Pai Criador em toda e qualquer circunstância em que te vejas situado.
A morte é vida.
A noite corusca-se de estrelas.
A dificuldade reverdece em esperança.
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Se te sentes num túnel extenso entre sombras ameaçadoras, segue adiante e verás uma luz que te espera, após o trânsito difícil.
Se a soledade te junge a compromissos que te constrangem, leva com esperança o teu fardo, e a tua alma de eleição te receberá no termo da subida.
Se as conjunturas se abrem em abismos adornados de prazer, mas em cujo fosso estão miasmas e pesadelos futuros, renuncia hoje, para que a paz te domine o coração amanhã.
Nessa vilegiatura, por mais aflição que experimentes, não segues a sós.
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Entregue a Deus, confiando em Deus, dando-Lhe a vida, Deus se te manifestará através dos Anjos Guardiões infatigáveis, que seguem contigo, fiadores prestimosos da tua reencarnação, que te não permitem carregar um fardo acima das tuas forças.
Chamado à reação colérica, pensa neles, faze silêncio e os ouvirás.
Invitado ao desbordar de paixões que amesquinham e logo cessam os efeitos, diminui o passo, tem calma e eles te socorrerão.
Instado ao desequilíbrio de qualquer natureza, recorre à proteção deles. Ora em silêncio interior e eles te auxiliarão.
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Se caíres, levanta. Eles te esperam.  
Se recuas-te, recomeça o avanço. Eles te distendem braços.
Se o desânimo se assenhoreou dos teus sentimentos, abre-te a eles e estimulo poderoso te movimentará os membros hirtos, permitindo que prossigas na tua marcha luminosa.
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E, se acaso um testemunho mais áspero se te apresentar desolador, amesquinhante, lembra-te de Jesus que, no momento extremo da cruz, a Deus entregou o espírito, ensinando-te a confiar em Deus, a entregar-te a Deus, a Deus doar a tua vida através dos teus Guias Espirituais.


(Do livro “ Receitas de Paz”, capitulo 1, psicografia do médium Divaldo P. Franco).   

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Joanna de Ângelis nos ensina a perdoar.

Treinamento para o perdão.


A fim de colimares a excelência do perdão aos que te ofendem, mister te adestres mediante antecipados critérios e exercícios contínuos.
Habitua-te a iniciar o dia com a mente ligada ao Senhor, através dos fios invisíveis e poderosos da oração.
Não te descuides de ler uma página mensageira de otimismo, capaz de produzir júbilo no teu mundo íntimo.
Reprime as observações menos dignas, as apreciações fúteis, as referências deprimentes e maliciosas.
Estimula a conversação edificante e quando não possas faze-lo, reserva-te silêncio discreto, propiciatório a reflexões salutares.
Todo labor para alcançar êxito impõe a necessidade de uma técnica própria, de uma diretriz segura.
Indispensável exercitar-te mentalmente para o cometimento do perdão, a que estás chamando a cada instante.
Treina, então, a paciência, disciplinando a vontade e aprimorando a indulgência.
Não te permitas autocomiseração ou personalismo prejudicial.
Cada ser é o que constrói interiormente.
A vida sempre devolve o que recebe. Tem cuidado.
O acusador gratuito e o perseguidor sistemático podem converter-se, sem que o saibam, em benfeitores valiosos. Aproveita-os.
Temperamentos e caracteres humanos há que produzem mais e melhor, quando fiscalizados ou submetidos a rigoroso controle.
Quem conhece a verdade, sempre consegue lograr benefícios em todas as situações, se desejar agir com acerto.
Olha em derredor:
A primavera perfumada por ser considerada como o perdão da natureza ao rigor hibernal;
O grão perdoa a terra que o esmaga, arrebentando-se em flor e fruto;
O trigo agradece à mó que o tritura, transformando-se em pão…
Apura os sentidos e perceberás as respostas de Nosso Pai, através de convites ao amor, à beleza, à harmonia.
Integra-te no concerto de Suas bênçãos e quando fores visitado pelo sofrimento que alguém te imponha por qualquer razão, com facilidade perdoarás.

(Do livro “Celeiro de Bênçãos”, capitulo 25, psicografado por Divaldo P. Franco).